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Saiba porque a generosidade da China pode escravizar grandes líderes mundiais

A China é um gigante mundial já faz algum tempo, mas pelas atitudes mais recentes do país, Pequim tem uma ambição que ninguém poderia imaginar. A China ajudará a Russia com incríveis 24 bilhões de dólares, dinheiro extremamente necessário para Putin. A Russia enfrenta duras sanções impostas pelos EUA e Europa, por causa da crise com a Ucrânia. A ajuda, embora pareça inocente vem acompanhada de grandes ambições, e por isso a generosidade da China pode se mostrar extremamente perigosa.

Recentemente, Pequim também ajudou a Venezuela e a Argentina. Curiosamente, somados com a Russia, esses países tem sérios problemas diplomáticos com os EUA. O que a China está fazendo nada mais é do que iniciar o fim da influência dos EUA na economia mundial, assim como sufocar a importância do Japão na Ásia.

O que acontecerá a partir de agora é simples, países em dificuldade ligarão primeiro para Pequim, e não mais para Washington. O FMI, o Banco Mundial e até mesmo o BAD (Banco Asiático de Desenvolvimento) perderão cada vez mais sua influência na economia mundial.

Olhando assim, a China seria um bem feitor mundial, exceto claro, não fossem seus reais motivos de benfeitoria. O presidente chinês Xi Jinping, não se importa com a salvação econômica dos países, seu objetivo é simples: em troca de uma generosa ajuda, o governo chinês espera apoio absoluto em tudo, desde guerras territoriais, até a ajuda contra a  inconveniente preocupação Ocidental com direitos humanos.
A estratégia da China tende a funcionar muito bem, afinal, por que se sujeitar às rigorosas regras e metas do FMI, quando Pequim está disposta a assinar um cheque sem grandes compromisso?

Aparentemente, Russia, Argentina e Venezuela, só como exemplo, já aprenderam que a resposta quando os EUA virar as costas, é também se virar e procurar “bondosa” China.

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