Política

Cassação de Eduardo Cunha pode ser votada no domingo, a exemplo do impeachment

Reprodução/EBC

A exemplo do que o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) fez com Dilma Rousseff, os opositores do peemedebista querem que sua cassação seja votada num domingo. Jandira Feghali (PC do B-RJ) quer até telões na Esplanada. As informações são da coluna “Painel”, da Folha de São Paulo.

Rivais de Cunha desdenham do argumento de Ronaldo Fonseca, que quer anular a votação no Conselho de Ética por ter sido nominal. “Ele não fez assim com Dilma? Agora, aguenta”, diz um dos rivais, não identificado, pela coluna da Folha.

Antes disso, aliados de Waldir Maranhão articulam uma operação que pode atrapalhar a vida do peemedebista e criar dor de cabeça para o governo. Congressistas que acompanham o presidente interino da Câmara afirmam que ele cogita votar no plenário, na primeira semana de agosto, a declaração de vacância do cargo de presidente da Casa. Dessa forma, a eleição de um novo representante dos deputados ocorreria por volta de 10 de agosto, antes da sessão que analisaria a cassação de Cunha.

Para o governo, seria conveniente votar a sucessão de Maranhão após ser definido o destino de Cunha. Se a eleição ocorresse apenas após o impeachment, seria melhor ainda para fortalecer Michel Temer, que poderia “impor” um candidato de sua preferência.

Para lera coluna Painel, na Folha de São Paulo, clique aqui.

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